domingo, 27 de dezembro de 2015

As crianças verdes de Woolpit #fatosemlendas

AS CRIANÇAS VERDES DE WOOLPIT

No século 12, no vilarejo de Woopit em Suffolk, na Inglaterra, duas crianças de aparência verde foram encontradas na saída de um dor fossos da região por  moradores que faziam a colheita de suas plantações.

As crianças, um garoto e uma menina, não falavam uma palavra em inglês e se comunicavam com uma linguagem desconhecida pelos cidadãos de Woolpit. A lenda conta que os dois foram levados para a casa de um morador. Richard de Calne, que se responsabilizou por cuidar deles.

Por vários dias, as crianças recusaram todos os tipos de comida, Apenas quando feijões foram oferecidos, o rapaz e a garota tiveram apetite. Depois de um tempo, ele perderam a coloração verde de suas peles, mas o menino acabou adoecendo e morrendo logo após seu batizado.

Pequenos seres verdes de um mundo subterrâneo

A menina sobreviveu e cresceu e, eventualmente, aprendeu a falar inglês. Ela explicou aos seus guardiões que ela e seu irmão vieram de um mundo sem luz do sol, com pouca luminosidade, e que não sabia dizer ao certo como eles foram parar na região de Woolpit.

Diferentes leituras tentam explicar o mistério sobre essas crianças. Há quem acredite que elas vieram mesmo de um mundo subterrâneo ou talvez até de um universo paralelo. Outra teoria que acompanha essa lenda é a de que eles eram alienígenas e que poderiam ter aterrissado na Terra por engano.

A teoria mais aceita hoje em dia, porém, é que as crianças escapavam da perseguição do rei Henrique II contra os invasores flamengos (belgas), e que fugiram do vilarejo de Fornham St. Martin quando este foi destruído pelo exercito britânico em um ataque que também matou seus pais. [megacurioso.com.br]

Minha singela opinião:

Não parece óbvio que essas crianças verdes cresceram em cavernas (independente do motivo) repletas de minerais ferrosos (cobre, prata), bem como privadas de sol (vitamina D), como os próprios relatos apontam? – Argíria? Anemia? Nossa pele adota sim a coloração de uma alimentação desequilibrada, embora rica em algum nutriente/ingrediente constantemente ingerido. O elevado consumo diário de cenouras, por exemplo, torna a coloração da pele e o branco dos olhos alaranjados e as extremidades podem adotar uma coloração marrom, tornando visíveis as digitais. Vagens são de fácil cultivo, mesmo sem a presença constante do sol e elas são consumidas verdes. Isto é, seus feijões são verdes e era tudo o que eles conheciam como alimento. Apesar dos visíveis traços afrodescendentes em seus rostos, temos como rebater com o albinismo. A forma como elas falavam foi tratada por idioma, o que facilmente poderia ter sido tratado como dialeto qualquer. As roupas provavelmente foram passadas de gerações em gerações, como acontece ainda hoje. E não necessariamente sabiam sobre as perseguições do rei Henrique II. Já Harlley defendeu no século XVII o atualíssimo tema “buracos de minhocas” siderais, só que num ambiente mais próximo a nós – a geologia terrena. Eu gosto de mistérios, mas eu gosto mais de raciocinar sobre eles e depurá-los, a fim de valsar só com o por enquanto inexplicável.

“Acreditar é mais fácil do que pensar. Daí existirem muito mais crentes do que pensadores.” – Bruce Calvert.

Abs,





quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Natal?! #figurinhasgastronomicas



Uma ceia sem matança animal. Já os vegetais não tiveram tanta sorte. Caso contrário, seríamos seres tão iluminados que viveríamos de luz, o que não é uma má ideia, já que é bem difícil driblar os agro-defensivos.

A lasanha verde e o pão de alho foram feitos na panela mágica. E o melão parece um Play. =D

Se dependesse da Fe, a jantinha de natal seria apenas purê de batatas e uvas thompson verdes... e chega que nem ícone de natal eu tenho mais.

Com 4 gatos a coisa aqui tem de ser vigiada. Só colocamos a toalha na mesa e logo tinha um gato em cima da mesa e embaixo da toalha... quem? quem? Não era Raimundo Nonato, mas sim o Ozzy, se achando o rei da mesa com toalha. Nem terminei de montar a mesa, visando fotografar os singelos pratos... caso contrário, ele estaria sentado em uma das cadeiras, tentando pegar os talheres. GATOS! - são como filhos.

Para quem ainda se ilude com mais isso na vida torta que levamos 357 dias por ano, Boas Festas, afinal falta a ilusão do ano novo.

Para quem, como eu, não se ilude mais com isso tudo, lembre-se que a matéria mental envolvida nesta semana pode e dever ser compartilhada. Vibrem pelo ajuste energético do planeta. Peçam pelo despertar da consciência coletiva, e não apenas pelos seus quereres.

Somos simplórias e complexas células de um organismo maior que batizamos como planeta terra.

Abs,

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Tudo passa! ... sem importar o tempo que pareça durar... Tudo passa!


Só o nada é por acaso em nossas vidas. Afinal nada é o vazio e o acaso é inóspito de inteligência, livre de livre-arbítrio.
Isto é, cada instante de vida, tudo em nossas vidas nos preparam para a nossa própria evolução material e espiritual, bem como para o entendimento dos caminhos que devemos escolher neste sentido, com a atenção que temos pelo nosso próximo... uma hora tudo se explica. Em algum momento tudo nós traz à clareza da luz do entendimento/ da consciência do porque nos ligamos a quem nos ligamos, seja por empatia, simpatia, antipatia,ou até nos breves momentos de apatia.
Quando nos encontramos prontos para adquirir consciência dos fatos, tudo se ilumina e sem a relevância do tempo, ora maldito, ora bendito - mas geralmente ordinário - que cumprimos nesta prisão sem grades, que é a necessária vida em sociedade. Estamos todos a serviço de todos apenas, mas o despertar da consciência só cabe a cada um de nós.
Assim, enquanto houver vida seremos todos estagiários de nossa própria capacidade e competência de compreender os fatos que nos norteiam.
A vida está posta e só a vê como ela interage quem estiver disposto a abandonar as próprias imaturidades.
Sei que isso acaba com a ilusão de vida, mas viver de ilusão para quê?
Tudo passa.
Se bom passa. Se ruim passa.
TUDO PASSA!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O valioso tempo dos maduros - Mário de Andrade


"O valioso tempo dos maduros"

[Mário de Andrade certamente escreveu isso me observando... sempre me encontro às voltas com este texto, cada vez que me pego pensando no estrelismo humano. Assim, resolvi postá-lo para que eu não perca mais tempo com isso, na vida que me resta.]


"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas... As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. 'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!"

E para mim também basta a simplicidade do essencial: a verdade.
Abs,



sábado, 19 de dezembro de 2015

#sobrasdefiosquevestemourevertem

Desde que me conheço por gente produzo vestimentas com sobras de fios, ou seja, lã, linha, barbante e afins. O objetivo é doar as peças que teço, seja para vestir alguém menos favorecido, seja para arrecadar valores em bazares, que reverterão em outros produtos necessários de doação, como fraldas diversas, mamadeiras, chupetas, toalhas de banho... seja o que for = dinheiro que é revertido em prol dos menos favorecidos.
Há muito tempo eu sou questionada por não popularizar esta campanha que silenciosamente faço, como tantas outras pessoas certamente fazem.
Os itens que produzo são muito cobiçados, mas eu não me vejo vendendo-os para lucro próprio e/ou a fim de arrecadar valores para a compra de outros itens necessários para o público alvo... deixo isso para as pessoas que sabem como fazer isso. Eu só sei tecer o que será doado.

Eu não sei vender o meu trabalho, pois eu produzo por amor de fato.

Por fim, pretendo com tudo isso apenas dizer que resolvi publicar isso em mim, visando incentivar as pessoas que são capazes de fazer o mesmo em prol de humanização.

Seguem 4 fotos de trabalhos que fiz ontem, com o objetivo apresentado,

Se vc tem habilidade, produza. Se vc não tem, doe suas sobras de fios.

Aqueça alguém que tem frio e não pode comprar o que aqueça.


Sapatinhos da Rose

Meias da Rose

Boina da Rose

Cobertor da Rose

 São estas algumas das ideias para confecções de peças que aquecem com sobras de fios.

Abs,

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

#foodbarcadasextanumlugar

Por motivo de ziquizira ("pé de pato mangalô 3 x) este projeto ficará para continuidade em 2016. Não pode rolar na sexta passada e não ocorrerá nesta sexta, por motivo de enfermaria II. A coisa pegou tão pesado, não comigo, que no último dia 4, o rolê gastro-alcoólico foi de suco funcional. para mim e os demais (em solidadriedade) e de refrigerante para a enfermaria...


04/12/2015
Praça de alimentação do Eld's
Seletti - wraps vegetas + suco funcional

Baked Potatoe - logo a enfermaria ingeriu isso! Vai entender!
Esta sexta também não vai rolar este rolê, que era para ser uma turma muuuito maior no Kilua... fica para 2016.