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Os paradoxos humano-sociais ainda são muitos. Em qualquer tempo e há milênios a fio.
No Brasil, é comum ouvir que, cada presidiário custa mil reais em média para a população. Assistindo ao documentário é inevitável se perguntar: Para o bolso de quem vão os créditos?
Tem-se no sistema prisional uma intenção de recuperação e reintegração social... tem-se mesmo?
Em contrapartida, o ser humano que se encontra aprisionado por cometer delitos diversos contra a sociedade, sente-se injustiçado com o descaso governamental... injustiçado?
Em alguns momentos é tangível as diversas concepções de Deus. Afinal de contas, quem é Deus na sociedade multifacetada que vivemos? Ou eu deveria questionar quem são "Deus" nesta sociedade milenar e repleta de corruptos e corruptores que vivemos?
Que coisinha esquisita pode ser o ser humano! E tanto faz de qual lado das grades de ferro que ele esteja. E todos os que deveriam estar lá estão? E todos os que estão lá deveriam estar?... Me parece que tanto faz neste mundão de meu Deus... aliás, o mesmo Deus deles é o mesmo nosso... é o mesmo?
Eu entendi que sim, mas enquanto muitos forem os pontos de vista corruptíveis, enquanto o ser humano tiver um preço, esse Deus justo só existirá no peito e na prece de cada um, e de acordo com o entendimento de vida e interesse de se manter vivo, em cada um.
A verdade é que a vida em sociedade finda sempre que a desigualdade social se apresentar colossal.
PS; por ser o documentário livre, há muitos momentos de gravação explícita.
(Clique na imagem para curtir o som e se proponha a algo em sua vida para mudar isso que vivemos.)


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